sábado, 6 de março de 2010

JOÃO, o batista, estava errado?

Se ele vivesse hoje, nestes loucos anos de após 2000 DC, seria ele, João Batista, um necessitado em aprender a evangelizar?

Na visão profunda dos atuais: Bispos e Bispas, Apóstolos e Apóstolas, Profetas e Profetizas, bem como, os Doutores em Arcanjos, Serafins, Demoniologia, Divindade, Psicologia, Arqueologia, Sociologia e várias gias, pode-se acreditar, que é possível uma extrema “necessidade de Deus”?

Será que existe esta necessidade?

Será para “melhor resultado”? A quantidade de "pastoras", que surgem como pipoca em todas as denominações? E antes do arrebatamento da Igreja de Jesus Cristo, a Santa Noiva Eleita?

- Creio que não!

Visite o blog do Pastor Ciro: http://www.cirozibordi.blogspot.com/ e leia, uma grande explicação, sobre o posicionamento da mulher no seio da igreja:

O que a Bíblia diz (ou não diz) sobre o chamado ministério pastoral feminino.

A coincidência ou o aumento destas posições, é o resultado do enfraquecimento da igreja e de seus líderes, na escolha de Ministérios de Família, ou de seus adjuntos interessados em agradá-los em tudo e por tudo?

- Creio que sim!

Ele, João Batista, seria nada em evangelismo, se o compararmos aos grandes "gênios" da atualidade. Claro ele, João Batista, deveria aprender, com os profissionais de evangelismo, os vários ritmos que imitam as músicas ou canções atuais no Mundo, para se fazer entender.

- Creio que não!

Ele, João Batista, deveria aprender, com alguns pregadores, a contar algumas piadas ou anedotas, fazer muito charme, provocar com bastante artimanha o sorriso constante da platéia, e se possível, com luzes coloridas e grandes efeitos visuais. Nunca se alimentar de gafanhotos ou mel silvestre, ou quiçá, com grande quantidade de fumaça para embelezar e criar arrepios na multidão. Assim, poderia provocar o evangelizar com mais entusiasmo.

- Creio que não!

Treinar muito bem a sua voz, para poder pronunciar com maior envergadura e em tom cavernoso:

- Raças de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futuraaaaaaaaaaaaa?

Ele, João Batista, deveria utilizar a sua melhor gravata, e de preferência com o seu melhor terno, se possível o mais atual, e assinado por um excelente alfaiate, com as mangas um pouco mais curtas, assim, apareceria o seu relógio de marca e de especial valor.

- Creio que não!

Ele, João Batista, creio que sentiria vergonha da preocupação dos líderes atuais, em "provocar" o otimismo, sem entender o que significa a palavra Fé, e esquecê-la da sua atuação.

- Creio que sim!

Fé, não é apenas resultado de otimismo, e sim, resultado da convicção total, em se crer no impossível de Deus, e nas respostas espirituais aos corações dependentes e correspondentes ao serviço de Deus. Ou seja, ser verdadeiramente um testemunho vivo.

- Creio que sim!

O otimismo, propõe à todos, valores completamente humanos, afastando radicalmente a teologia ou a metafísica.

Ele, João Batista, não era positivista, como muitos pastores. E sim, era apenas credor da dedicação à Verdade, e a proclamação das Boas Novas.

- Creio que sim!

Como credores do amor, devemos praticar o bem, e produzir uma vida condizente com a Palavra de Deus, com o viver em testemunho a cada momento de nossas vidas.

- Creio que sim!

Maranata! Ora vem Senhor Jesus!

O menor de todos.

3 comentários:

Geovani Figueiredo dos Santos disse...

A paz do Senhor, Pr Newton!

Nestes dias de engano generalizado a pregação se tornou apenas mais um entretenimento no final do culto do que palavra profética vinda do alto. Bem diferente de João, o Batista; os pregadores da atualidade preferem amoldar os seus discursos ou prédicas ao desejo da multidão. Para eles o que importa é não ferir susceptibilidades com mensagens duras e exortações severas, caso contrário serão taxados de legalistas ou santarrões. Mensagens duras não vendem CDs, DVDs, etc... Nem rendem outros convites para pregar. É melhor o evangelho psicologizado da auto-ajuda do que a verdadeira pregação expositiva que irá desnudar as entranhas da alma dos ouvintes.

No entanto, João não se importava com o que pensavam dele ou de sua pregação. Sua missão era ser "a voz do que clama no deserto" ( Is 40.3; Mt 3.3;Mc 1.3; Lc 3.4; Jo 1.23). A sua mensagem era incisiva e judiciosa, pois o seu alvo era despertar os corações acerca do seu lastimável estado pecaminoso afim de que alcançassem arrependimento.

Ele não poupava ninguém. Por mais ilustres ou poderosos que os homens sejam, todos são pecadores e necessitam voltar para Deus. Não se pode fazer distinção ou favorecer um em detrimento de outro pelo fato de estarem em posições distintas na sociedade. O que vale para o plebeu também vale para o rei. Porque a Bíblia diz: “Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só" (Rm 3.12). E, ainda: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3.23).

João, o batista tinha esta consciência. Não é à toa que erguia sua voz com indômito valor para denunciar as obras infrutuosas das trevas exatamente naqueles que se julgavam conhecedores da Lei, os arrogantes fariseus. Vejamos:

"E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento;
E não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão.
E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.
E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.
Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará" (Mt 3.7-12).

Será que o Evangelho que estamos pregando se coaduna com as citações bíblicas supracitadas? Será que como João, o batista temos coragem de dizer a esta geração perversa estas mesmas palavras: "Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento" (Mt 3.7,8).

Se não, precisamos rever nosso conceito de pregação e do próprio Evangelho que estamos seguindo. Agradar ao Senhor da Igreja é mais importante do que receber os elogios dos homens.

Graça e paz, Pr Newton Carpintero! Que Deus continue iluminando sua mente e coração para que sejas uma voz no deserto deste mundo, assim como João foi no deserto da Judéia.

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamado Geovani Figueiredo,

A paz do Senhor!

O seu comentário, evidencia a necessidade de pensarmos com mais responsabilidade, sobre o dever nos entregue por Nosso Deus.

O Senhor seja contigo!

O menor de todos.

HELIO ALVES DA COSTA disse...

caro nobre pastor Newton.

boa colocaçao, sem duvida se Joao Batista o profeta, profetiza-se nesses dias teria o pescoço cortado mais uma ves, essa e a realidade, falar a verdade eo que Deus manda nao tem muito credito em muitos lugares,
uma coisa e certa jesus esta voltando, para buscar um povo especial,zeloso e boas obras.

fique na paz
helio costa